Primeira impressão: é a que “fica”?

O que você espera que as pessoas pensem assim que te conhecem?

O que você considera mais importante para ser percebido? O que poderá ser mais útil e interessante para quem vai ouvi-lo(a)? 

Essas respostas devem nortear suas próximas apresentações, caso queira ter uma assertividade maior, melhorando sua primeira impressão e reduzindo o esforço necessário para reverter uma eventual interpretação equivocada. 

Na maioria das vezes, as apresentações corporativas falham por dispersão das ideias. Isso porque a metodologia escolhida para a audiência e a quantidade de informações levantadas podem ter sido subestimadas pelo apresentador. 

É muito comum os profissionais confundirem qualidade de trabalho com quantidade de slides numa apresentação, por exemplo. 

Quando alguém afirma: “a primeira impressão é a que fica”, não quer dizer que essa percepção seja imutável, mas certamente tem um um impacto. Um impacto que  será positivo se fizer o primeiro contato com outras pessoas ser favorável para todos. 

Geralmente, as primeiras informações sobre alguém marcam mais porque instintivamente decidimos em segundos se a outra pessoa tem algo a agregar ou não. 

Porém, quando estamos “do outro lado” como audiência, podemos nos esforçar para dar uma segunda chance aos que causaram, talvez, uma primeira má impressão. 

Apresentadores ou plateia, não tenhamos dúvida: todos nós somos aprendizes permanentes e devemos, incansavelmente, buscar conhecimento e ferramentas que nos ajudem a estar cada dia mais capacitados.

Habilidades de comunicação e de relacionamento são aprendizados não apenas para o ambiente de trabalho, mas também para toda a vida! 

 

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