Como “descomplicar” conversas difíceis

A dificuldade para abordar conflitos e conversas difíceis é mais comum do que imaginamos, em especial nos ambientes corporativos. Entretanto, dominar essa habilidade significa considerar de forma efetiva vários pontos de vista e saber transitar bem entre eles, amenizando danos irreversíveis no ambiente de trabalho.

Para isso, é preciso abordar conversas difíceis de forma natural – ainda que esteja sendo usada uma técnica para tal – e é sobre isso que trato aqui.

Antes de tudo, prepare-se para esses momentos mesmo que ainda tudo pareça estar sob controle, pois assim você terá mais chances de se sair bem quando a hora de encarar o conflito chegar (e essa hora vai chegar, esteja certo(a) disso!).

Tenha em mente que ao falar sobre algum tema delicado é importante deixar a outra parte envolvida ciente de que a sua “missão” é melhorar a situação, por isso saber o que é importante para ambas as partes é um pré-requisito de sucesso da conversa.

Habilidades analíticas, por exemplo, são necessárias para determinar quais problemas merecem uma conversa e como abordar tais conversas. Identifique seus objetivos ao iniciar uma conversa difícil e examine seus sentimentos, suas preferências e, também, seu estilo de gestão.

O feedback no ambiente de trabalho pode ser um exemplo de conversa difícil, isso quando as partes não têm uma relação muito próxima, ou até mesmo quando o excesso de proximidade é a razão que pode tornar o momento desconfortável para a transmissão de uma notícia ruim. Entretanto, ainda nesse caso, o preparo para a conversa pode mudar completamente a situação.

O planejamento é fundamental, tanto quanto o espaço para escutar o outro lado da história. Afinal, um modelo de liderança que trata a escuta ativa como forte aliada terá mais chances de superar conversas difíceis e transformá-las em momentos de crescimento e evolução para ambas as partes.

Faz parte de uma conversa fluida ter um objetivo claro entre os envolvidos. A afirmação de um relacionamento de confiança é um bom ponto de partida – se não o mais importante. Isso porque os ouvidos sempre ficam “mais abertos” a quem confiamos.

Até podemos influenciar o estado emocional de quem terá uma conversa difícil conosco, mas o desfecho dessa conversa ainda assim dependerá da empatia, do estado emocional e da inteligência interpessoal de ambos.

 

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