Líder: afaste-se! (mas não muito)

Nem muito perto, nem muito longe. Eis o ponto de equilíbrio de uma bela liderança!

Parece que após longos meses confinados e em um regime de trabalho bem diferente do que fomos apresentados ao mercado de trabalho, já é possível enxergar um modelo híbrido também de liderança: aquela que é capaz de liderar tanto de perto, quanto de longe!

Ao menos essa pode ser a percepção que as equipes passam a ter sobre o modelo de gestão que mais valoriza, ao mesmo tempo em que esse modelo já é praticado com mais destreza por muitos líderes (em especial aqueles que passaram melhor pelo auge do isolamento social).

Estar “junto” nunca teve tanto valor em um cenário em que a distância física perde a relevância em entregas genuínas de equipe com um propósito comum.

Caso você seja líder, para não ficar “nem lá, nem cá”, certifique-se que está:

> exercendo empatia no dia a dia;
> capacitando seu time a cada interação;
> inspirando as pessoas pelo exemplo; e
> orientando quem trabalha com você, independente do canal de comunicação ou localização.

Parece uma “fórmula”, mas é – na prática – o que muitos líderes deixaram nos “escritórios” lá em março de 2020…

Lembre-se de que o líder não perde a autoridade nem o controle quando está fisicamente longe. Tampouco perde a sinergia e a capacidade de liderar bem, que deve ser ponto de partida – ainda que sem sair do lugar!

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