O chefe julga. O líder age!

 

O chefe julga. O líder age!

Liderar remotamente é difícil”, “O líder perde a autoridade quando está longe”, “As pessoas se perdem sem a presença do líder”. Você já ouviu alguma dessas afirmações nos últimos meses ou, pior: fez alguma delas?

Acontece, mas não deveria. Caso você esteja na liderança a situação pode ser ainda mais crítica, pois sinaliza que você pode não ser tão habilidoso(a), influente ou competente quanto sua posição exige. 

Há muitos mitos e verdades que giram em torno da liderança remota, mas o que transforma especulação em realidade só depende da forma como você lidera (ou chefia). 

É comum a comparação entre o representante de um verdadeiro líder e um chefe “casca grossa”, mas nem sempre reconhecemos em nós mesmos alguns traços de preconceito em relação à liderança remota e o quanto isso influencia os resultados no final do dia. 

Inquestionável que existe um esforço maior de adaptação de líderes e de equipes para o ambiente remoto, mas isso não impede o exercício de uma boa liderança. Portanto, julgar a qualidade da liderança à distância é coisa de chefe, não do verdadeiro líder. 

O mesmo vale para gestores que sentem que sua autoridade/controle está na presença e no “olho”. Esses precisam urgentemente repensar o momento e o jeito de liderar. 

Por fim, líderes que não ligam com recorrência para os membros de seus times, não perguntam como as pessoas estão além das entregas da empresa, nem se interessam por elas por julgarem que “trabalho é trabalho”, estão condenados ao formato de chefia, não de liderança.

E, você? Julga ou age?

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